Barrinha da evolução de Peso

4 de maio de 2013
Li essa matéria no site Saúde e Bem Estar e achei muito interessante "Obesidade pode passar de mãe para filho". Tenho um filho de 3 anos e estou de olho na alimentação dele, nada de neura, ele não é uma criança obesa, graças á Deus tem o peso normal pra idade, mas a sombra da obesidade na vida dele me assusta tanto que já conversei a respeito disso com a minha psico, não proíbo ele de comer, aliás, ele come o que eu ofereço, ás vezes eu dou doce, bala, salgadinho, mas não com frequência, raramente. Mas como posso dar exemplo na minha casa se eu não sou exemplo? Como ensiná-lo a comer bem se eu não como bem? Até na educação no meu filho a minha obesidade atrapalha....A minha psico disse que até os 7 anos a criança ainda não tem vício alimentar, o que me aliviou e muito, e a psico me garantiu que depois que eu operar o estômago e me alimentar corretamente, vai ser natural a mudança na alimentação do meu filho, pois se ele tem algumas preferências pelo sabor, eu posso moldar com o tempo e até incluir besteirinhas sim na alimentação dele como qualquer ser humano, pois proibir faz com que fique mais aguçada a vontade da criança, ofereça de vez em quando e não o deixe perceber na 1ª hora que tal alimento é um vilão, diga casualmente que não é legal comer isso e aquilo sempre. Senão a tendência é de ele querer sempre mais e mais...Porém não deixá-lo criar hábito de trocar refeições por bobagens, não faço isso. Mas e genética?

Quem se interessar, segue a matéria na íntegra:

Crianças e adolescentes filhos de mulheres obesas correm um risco 5,34 vezes maior de também apresentarem o problema, na comparação com pessoas da mesma idade que têm mães magras.

A conclusão é de um estudo com 660 estudantes da capital, de oito a 18 anos, realizado em conjunto pelos cursos de nutrição da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), da Universidade São Francisco e da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo).

Foram avaliados alunos das redes privada e pública da cidade. No levantamento, os pesquisadores tratam a obesidade na adolescência como problema que tem vários fatores, resultado de uma alimentação rica em gordura, da falta de exercícios físicos e dos hábitos dos pais. No âmbito familiar pesa, ainda, o fator genético para o ganho de peso.

Coordenadora do laboratório de obesidade infantil do Hospital das Clínicas, Sandra Villares afirma que, das 420 crianças atendidas na unidade, apenas 25% têm mães magras, ou seja, com um índice de massa corporal (IMC) abaixo de 25.

Além disso, segundo a pesquisadora, 90% desses pacientes infantis já eram obesos antes dos dez anos de idade, o que indica hábitos alimentares errados desde muito cedo.

Mesmo os hábitos maternos durante a gestação podem interferir no peso dos filhos, diz Sandra.

– Mães que se alimentam pouco durante a gravidez também podem ter filhos obesos. Com a restrição alimentar as crianças ganharão peso nos primeiros anos de vida, o que aumenta o risco para que se tornem adultos obesos.

Segundo Sandra, a aderência da mãe a um programa de dieta é essencial para que a criança perca peso quando está gordinha.

– A mudança deve vir de casa. As mães não fazem a dieta, mas querem que as crianças façam. Assim, não dá certo.
Essa também é a opinião da nutricionista Simone Freire, coordenadora do Programa de Atividades para o Paciente Obeso (Papo), da Unifesp.

– Se a alimentação saudável não é aprendida na prática, fica tudo mais complicado.

Obesidade tem origem nos hábitos alimentares ou nos genes?

Talvez nas duas coisas. Se o combate a esta doença por meio da alimentação já é um consenso entre os médicos, um grupo espanhol de cientistas descobriu que é possível atacá-la
geneticamente. Segundo o periódico Obesity, o segredo pode estar no DNA das mitocôndrias, que são transmitidos para o bebê pela mãe.

As mitocôndrias são órgãos celulares responsáveis pela
respiração celular, transformando glicose e oxigênio em energia. Elas possuem material genético próprio, também chamado de DNA mitocondrial. De acordo com Francesc Villarroya, do Centro de Investigação Biomédica de Obesidade e Nutrição e diretor do Instituro de Biomedicina da Universidade de Barcelona, elas podem ter grande influência sobre a obesidade. Levando-se em conta que a obesidade é o resultado de uma acumulação excessiva de gordura corporal produzida por um desequilíbrio energético, "as mutações dos genes mitocondriais podem contribuir para o desenvolvimento dessa condição, bem como influenciar muitos casos de diabetes e câncer", diz Villarroya ao jornal El País.



 

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Sou Silvia, romântica de alma, sonhadora e agora em busca do renascimento, um corpo saudável. No dia 12/06/2013 me submeti a cirurgia bariátrica, fiz o Bypass Gastrico em Y de Roux por video pelo convênio Bradesco no Instituto Garrido, depois de muitos meses pensando, enfim decidi! Vou dividir com voces a jornada da cirurgia, principalmente a parte burocrática e adoraria fazer novas amizades! bem vindos no meu diário, ele está aberto.

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